Singelas homenagens estas, a gente pública, a gente minha, com quem aprendi, partilhei e vivi. Cada um por si só, nenhum mais que outro. Todos - à sua maneira - pelo melhor para todos. Afinal, um simples memorial.
Ainda não há palavras. Não sei se as terei um dia. Quem me dera ter guardado memória escrita. A nossa vida dava um livro, um filme, sei lá. Ficamos com o silêncio da cumplicidade e o fluir perpétuo da amizade.